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O que evitar no conteúdo técnico

Erro: artigo só com ciência, sem aplicação no salão.

Por que dói: profissional fecha a aba. Conteúdo não vira ferramenta.

Antídoto: todo bloco de ciência tem que ter um bloco de “como uso isso na prática” depois.

Erro: “A formulação possui surfactantes não-iônicos com EHL otimizado para clivagem proteica seletiva…”

Por que dói: se o profissional não entende, não aplica. Conteúdo não cumpre objetivo.

Antídoto: ver Linguagem técnica acessível.

Erro: afirmação sem origem. “Estudos mostram que…”

Por que dói: quebra confiança. Pode gerar problema regulatório.

Antídoto: toda afirmação numérica precisa origem. Pode ser:

  • Teste interno Lizzon (cite o método)
  • Estudo publicado (cite a referência)
  • Dado de mercado (cite a fonte)

Se você não consegue defender o número, não publica o número.

Erro: artigo que poderia ter sido escrito por qualquer fabricante.

Por que dói: marca não constrói diferenciação. Não vira referência.

Antídoto: todo artigo técnico Lizzon precisa ter:

  • Pelo menos 1 produto Lizzon mencionado com mecanismo específico
  • Pelo menos 1 dado próprio (teste interno, número específico)
  • Pelo menos 1 protocolo aplicável só com produtos Lizzon
  • Voz Lizzon (ver Tom de voz)

Se um artigo seu poderia estar publicado no blog do concorrente sem mudar nada — refaz.

  • Anúncios disfarçados (“conheça nosso produto X!”)
  • Promoções e cupons
  • Conteúdo emocional sem base técnica
  • Listas tipo “5 dicas pra cabelo bonito” (vai pra Instagram)
  • Resumos de coletiva de imprensa